A Presidência da IECLB propôs a divulgação de artigos em uma Série sobre o Culto, refletindo sobre o culto e a liturgia. Os textos foram elaborados pela catequista Erli Mansk, da Coordenação de Liturgia da IECLB.
Na próxima semana estaremos trazendo o terceiro e último artigo: Culto: o coração da vida da comunidade cristã
 
Texto 2
A liturgia do culto na IECLB: sua centralidade, suas partes e seus elementos
 
 
Dissemos, no texto anterior, que todo culto segue uma liturgia e que esta tem raízes na tradição cristã e reflete uma identidade confessional.
 
Como é a liturgia do culto na IECLB? Para aprofundar este assunto e promover a unidade em seu meio, sem induzir à uniformidade e tolher a criatividade, a IECLB, no Concílio Geral de 2000, aprovou uma ordem litúrgica e encaminhou a elaboração de um Livro de Culto, que veio a ser concluído em 2003. Nesse livro estão descritos os princípios que orientam a liturgia na IECLB e está sistematizada a liturgia que orienta os nossos cultos.
 
A seguir, de forma bem resumida, apontamos para o que é central no culto e descrevemos quais são suas partes e os seus elementos litúrgicos.
 
O culto é formado por quatro partes, que são: Liturgia de Abertura, Liturgia da Palavra, Liturgia da Ceia e Liturgia de Despedida.
 
A Liturgia da Palavra e a Liturgia da Ceia estão no centro do culto. Elas são suas partes principais e caracterizam o culto cristão desde o surgimento das primeiras comunidades cristãs. Para essas comunidades, conforme Atos 2. 42, o culto consistia em ouvir a doutrina dos apóstolos, ter comunhão, partir o pão e orar. Esta é a herança do culto que recebemos das primeiras comunidades cristãs e que buscamos preservar. Esta herança é como uma joia muito preciosa, a qual não podemos desprezar. Se relaxamos com a Liturgia da Palavra e deixamos de celebrar a Ceia do Senhor, o culto perde em seu significado e destrói o seu suporte.
 
O culto inicia com a Liturgia de Abertura a qual tem a função de preparar o que vem em seguida na Liturgia da Palavra e na Liturgia da Ceia. Ou seja, a Liturgia de Abertura tem o objetivo de preparar o nosso espírito e abrir o nosso coração para ouvir a Palavra de Deus que vem através da leitura bíblica e da pregação e receber o Cristo que se dá a nós na Ceia do Senhor. E a Liturgia de Despedida, como o próprio nome diz, nos despede e nos envia para casa, de volta ao mundo, através da Bênção e do Envio.
 
Vejamos mais de perto todas as partes da liturgia com seus respectivos elementos:
Liturgia de Abertura
Acolhida
Saudação
Confissão de pecados e absolvição ou anúncio da graça
Kyrie
Gloria in excelsis
Oração do dia
Liturgia da Palavra
Leituras bíblicas
Cantos intermediários
Pregação
Confissão de fé
Recolhimento das Ofertas
Oração geral da igreja
Liturgia da Ceia
         Preparação da mesa
         Oração de preparação
         Diálogo
         Oração eucarística
Pai-nosso
Gesto de paz
         Fração
         Comunhão
         Oração pós-comunhão
Liturgia de Despedida
Avisos
Bênção
Envio
 
Para conhecer o significado de cada uma das partes da liturgia e de cada elemento que a compõe, além do Livro de Culto da IECLB, leia a breve explicação na Bíblia Sagrada e Hinos do Povo de Deus: Nova Tradução na Linguagem de Hoje, da Sociedade Bíblica do Brasil, 2001, p. 171s.
 
Já dissemos que o culto segue uma liturgia, um conjunto de partes e elementos herdados da tradição cristã. A estrutura litúrgica recebe o nome de ordo. Ter uma ordo litúrgica indica que liturgia não se faz de improviso e nem dispensa o dedicado preparo. A liturgia se apresenta a nós como uma peça a ser moldada. Cada elemento litúrgico é construído e elaborado a partir do tema de cada culto, está relacionado às leituras bíblicas do dia, em sintonia com a época do ano eclesiástico ou calendário da igreja e leva em conta a situação específica de cada comunidade. Liturgia exige tempo, exige preparo e deve ser levada a sério, pois cada culto é um novo evento na vida de uma comunidade. Deus tem uma palavra nova a nos dizer a cada dia, a cada domingo, a cada mês, a cada ano.   Por isso, reafirmamos que o culto, mesmo que seguindo uma forma fixa, uma ordo, é fundamentalmente contextual. Ele se relaciona com o nosso tempo, a nossa vida, a nossa história. A liturgia sempre será o meio através do qual Deus fala conosco e nos ouve e através do qual a comunidade se dirige a Deus e o ouve, e isso sempre de forma atual e renovada.
 
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Na manhã do dia 7 de julho, domingo, a Comunidade Evangélica de Taquara celebrou Culto de Ação de Graças pela Colheita. A celebração refletiu sobre a temática da gratidão a Deus. Foi um momento oportuno para percebermos o quanto temos a agradecer, e agradecer é reconhecer quão grande é o amor de Deus por nós.
 
 
O culto de Ação de graças reuniu muitas famílias da comunidade. Foi admirável ver o grande número de crianças presentes na celebração. Quem deixou a celebração ainda mais bela foi o músico Mauro Harff, que animou a vida de culto da comunidade com suas canções. Após o culto, a comunidade reuniu-se para o tradicional almoço da Festa da Colheita.
 
Compartilhamos a seguir uma historinha que serviu como base para a nossa reflexão do culto de Ação de Graças:
 
Era uma vez um homem que não tinha nada. Deus olhou para ele e lhe deu 10 bananas. Deu-lhe três bananas para que ele se alimentasse. Deu-lhe três bananas para que ele comprasse uma casa. Deu-lhe três bananas para que ele trocasse por vestuário.
 
E deu-lhe uma banana para que tivesse alguma coisa para mostrar a sua gratidão a Deus, para ele ofertar a Deus.
 
O homem fez conforme Deus lhe ordenou. Comeu as três bananas que era para comer. Foi lá e trocou três bananas por uma moradia. Usou as outras três bananas para comprar roupa.
 
 
Foi então que ele olhou para aquela que seria a décima banana. Olhou-a demoradamente. Logo começou a achar que aquela banana era diferente. Era mais encorpada, mais brilhante, mais bonita.
 
Ele lembrou que tinha recebido esta banana para que tivesse alguma coisa com que agradecer a Deus pelas outras nove bananas recebidas. Mas ela parecia tão apetitosa.
 
Finalmente chegou a conclusão de que Deus não precisava daquela banana. Afinal, não era ele o dono de todas as bananas do mundo? Foi então que ele comeu a décima banana e devolveu para Deus o que sobrou: a casca!
 
Texto e fotos: Franciele Kogler Bartz, pphmista
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No domingo de manhã, dia 30 de junho, a OASE de Picada café, representada por 40 senhoras e o pastor Nelson Altevogt, foi conhecer a “terra da longevidade”, Veranópolis, mais especialmente o Espaço Luterano. O grupo foi calorosamente acolhido pela liderança da comunidade e a pastora Paula Naegele.
 
 
Houve um momento celebrativo, com apresentação pessoal, compartilhar do trabalho da OASE, da abrangência do projeto missionário de Veranópolis, alegrias e preocupações. Também aconteceu um momento de reflexão a partir da Palavra de Senhor, que culminou com um gostoso chá e café, que selou este encontro comunitário.
 
 
Para o grupo de Picada Café foi muito gratificante conhecer a mais nova paróquia de nosso Sínodo.
 
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O casal Lemertz – seu Romeu e dona Ivone – está em total sintonia com o Tema do Ano 2013 da IECLB – Ser, Participar, Testemunhar – Eu vivo comunidade. Além de estarem presentes em diversas atividades na Comunidade de Portão, como reuniões de Presbitério, OASE, coral, grupo de canto, grupos de casais, retiros, sentiram-se desafiados pela proposta da Vai e Vem, e fizeram 120 cofrinhos para serem utilizados durante a campanha.
 
 
A ideia surgiu da atividade do casal, que faz artesanato utilizando porongos. Os 120 cofrinhos foram confeccionados pelo seu Romeu, que lixou os poronguinhos (“o formato é daquela cuia gageta”, explicou), um a um, para tirar a casca que fica por fora do material. Depois de secos, seu Romeu limpou o interior e colou os pezinhos. “Foram três dias de trabalho, mas valeu a pena”, contou ele.
 
 
“Gosto de ajudar, de participar, sempre que posso. Para fazer os cofrinhos para a Vai e Vem, tive que deixar o meu trabalho de lado. Mas o resultado vai para uma boa causa”. 
 
 
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Nos dias 29 e 30 de junho a Diretoria do Conselho Sinodal realizou, em Garibaldi, um retiro de trabalho. Na pauta estavam a discussão sobre uma proposta de formação de lideranças e estudo dos documentos relativos à Comissão de Finanças do Sínodo Nordeste Gaúcho e o Dia da Igreja de 2014.
 
 
“O encontro, mais uma vez, foi muito produtivo”, avaliou a presidente do conselho, Elisabeth Collet. “Estamos entusiasmadas e entusiasmados com o trabalho de diagnóstico que vamos encaminhar, junto às comunidades, a partir do estudo de documentos que fizemos no nosso encontro”.
 
 
Além dos temas tratados, Elisabeth avaliou a oportunidade como um ótimo espaço para fortalecer a união das e dos integrantes da Diretoria. “Trabalhar junto exige sintonia, e este tempo que tiramos, para avaliar nossa caminhada no sínodo, também nos ajuda a olharmos para nossa relação como grupo.”
 
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No dia 9 de junho, foi realizado o Culto de Ação de Graças na Comunidade de Rincão dos Ilhéus, sendo que as doações recebidas foram encaminhadas para a Associação Evangélica de Ação Social em Novo Hamburgo, a AEVAS, ligada à Comunidade Evangélica Ascensão de Novo Hamburgo.
 
 
Na mesma data, após o culto, ocorreu o seminário anual de Lideranças da Comunidade, com a participação de 20 pessoas. O pastor Edemar Zizemer apresentou o tema “Como anda nossa Fé”, fazendo depois uma dinâmica com pedras e flores. Cada participante foi convidada e convidado a falar sobre as dificuldades do trabalho na comunidade, usando as pedras, e sobre o que acontece de bom, usando as flores.
 
A conclusão é que na vida e na comunidade temos dificuldades – tristezas, mágoas, doenças etc. –, mas também muitas alegrias – os membros, os grupos fortes de trabalhos, a equipe unida, entre outros –.
 
 
O positivo supera o negativo. A nossa missão é assumir, dentro da nossa realidade, tanto as pedras quanto as flores, e sempre pedir forças a Deus, para enfrentarmos todas as situações. Devemos confiar firmemente no Senhor.
 
Texto e fotos: Márcia Laux Blauth   
 
 
Agradeço, em nome da Comunidade Evangélica de Confissão Luterana em Rincão dos Ilheus, a toda a equipe do Sínodo Nordeste Gaúcho pela divulgação dos trabalhos realizados nas comunidades do sínodo, bem como de outros locais. Que maravilhosa benção é esta ferramenta de divulgação.
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A Presidência da IECLB propôs a divulgação de artigos em uma Série sobre o Culto, refletindo sobre “o que é culto”, “o que é liturgia”, entre outros. A divulgação é iniciada com o texto sobre Culto e Liturgia, elaborado pela catequista Erli Mansk, da Coordenação de Liturgia da IECLB.
 
 
Na próxima semana, estaremos trazendo o artigo “A liturgia do culto na IECLB: sua centralidade, suas partes e seus elementos”.
 
1 - Culto e liturgia
 
O Livro de Culto da IECLB define culto como “encontro que congrega Deus e um grupo de pessoas, bem como estas entre si.” O ponto de partida para o encontro entre Deus e a comunidade em culto é o próprio Deus. Deus é quem motiva e chama as pessoas a se reunirem em seu nome, conforme disse Jesus em Mateus 18.20: Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ali estou no meio deles.
 
Para atestar que o culto é iniciativa de Deus, uma das primeiras coisas que a comunidade faz no culto é declarar que o culto acontece não em nome da própria comunidade, do ministro ou da ministra, mas em nome de Deus. E isto se dá através de uma fórmula de invocação, como por exemplo, Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ou através de uma saudação, como por exemplo, a saudação apostólica A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito sejam com vocês.
 
Culto é realização da promessa de Jesus de que Deus está presente em nosso meio. Mas, além de promessa, culto atende uma ordem. Assim o lemos em 1 Coríntios 11. 24-25: Isto é o meu corpo que é dado por vós, ... este cálice é a nova aliança no meu sangue,... fazei isto em memória de mim... O culto, portanto, também acontece porque Jesus nos deixou a ordem de realizar o sacramento da Ceia, partindo o pão e distribuindo o cálice.
 
A promessa da presença de Jesus quando nos reunimos em seu nome e a ordem de realizar a Ceia motivam o nosso culto e o justificam. Através do culto, podemos assim dizer, Jesus continua de mãos dadas conosco; ele não nos deixou pessoas órfãs, sem rumo, perdidas e desorientadas neste mundo. Culto é um sinal concreto da presença de Deus entre nós.
 
Olhando mais atentamente para aquilo que acontece no culto, percebemos que o “sinal concreto” da presença de Deus que ocorreu outrora continua se manifestando hoje quando a comunidade se reúne.
 
Em Atos 2.42 lemos que os discípulos e as discípulas de Jesus “perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações”. De acordo com este texto, dizemos que a comunidade cristã se reúne em culto para realizar estas ações: ouvir a palavra, viver em comunhão, partir o pão e orar. Com base nessas ações, podemos entender culto como um evento em que Deus age e provoca a comunidade a agir. Por exemplo, Deus se dirige a nós por meio da sua palavra e dos sacramentos; a comunidade se dirige a Deus por meio das orações, do canto. Além disso, há diversos outros sinais e palavras no culto que ajudam a comunidade a olhar para o mundo e dar seu testemunho de fé.
 
E a liturgia? Se culto é encontro entre Deus e a comunidade, o que é liturgia?
 
Como qualquer outro evento, o culto tem início, meio e fim, é organizado de certa forma, segue uma lógica. A isso damos o nome de liturgia, “um conjunto de atos, palavras e formas, carregados de significado, expressos de um certo jeito, numa certa sequência”(Livro de Culto). Todo culto tem uma liturgia que pode ser desenvolvida de diferentes formas, mas não há culto sem liturgia. A liturgia é uma ferramenta colocada ao alcance da comunidade para que o culto aconteça, estabelecendo a comunhão e o diálogo de Deus com as pessoas, bem como das pessoas com Deus e delas entre si. Como igreja luterana, entendemos que liturgia não é algo que se inventa a cada culto, nem segue a vontade de cada um/a. Liturgia também é herança; ela tem suas raízes na história da comunidade cristã. E é nesta história que nossa liturgia está fundamentada. Liturgia também é identidade; ela está relacionada à confessionalidade. Liturgia ajuda a dar rosto para uma igreja. Por isso é que a comunidade cristã de confessionalidade luterana segue uma determinada liturgia em nossos cultos. Isto não significa, entretanto, que cada culto seja igual ou que a liturgia é mera repetição. Aí reside um grande desafio: saber usar a liturgia, um legado das origens cristãs, como instrumento de um culto que seja novo a cada domingo, contextualizado a cada comunidade e significativo para cada pessoa que dele participa. Liturgia, neste sentido, não é apenas tradição e identidade, é também renovação e criatividade.
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A partir da reunião do Conselho do Sínodo Nordeste Gaúcho, realizada no dia 15 de junho, todas e todos os representantes do conselho foram convidadas/os a serem motivadores da Campanha Nacional de Ofertas Vai e Vem em suas paróquias e comunidades.
 
 
Motivada pelos conceitos apresentados pelo Tema do Ano 2013, - Ser, Participar, Testemunhar - Eu vivo comunidade (com o lema Eu sou o seu Deus. Eu lhes dou forças, ajudo e protejo com a minha forte mão - Isaías 41.10) – a Vai e Vem 2013 destaca o verbo testemunhar e propõe que as pessoas na comunidade considerem a oferta como uma prática de testemunho.
 
Neste sentido, se pode afirmar que:
·         a Vai e Vem revela um jeito de ser Igreja.
·         envolver-se com a Vai e Vem é um modo de participar.
·         ofertar é semelhante ao ato de colocar uma semente na terra, é uma forma de testemunhar.
·         semente lançada à terra se transforma. Não é diferente com palavras e gestos de amor, solidariedade, justiça e paz.
 
Participe e promova ações criativas com seu grupo!
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Está em andamento, desde fevereiro de 2012, o projeto de espiritualidade no Lar Padilha. Mantido pelo Sínodo Nordeste Gaúcho, o projeto tem a finalidade de proporcionar momentos de espiritualidade para crianças e adolescentes que vivem no lar. Participam do projeto dois estudantes de Teologia da Faculdades EST, André Luiz Belard e Anelise Knuppe, que realizam o trabalho nos finais de semana.
 
 
As atividades consistem em uma meditação no domingo de manhã com todas as crianças e adolescentes, um encontro estilo JE nos sábados à noite com músicas, dinâmicas, leitura e reflexão bíblica além da convivência e interação com as crianças e adolescentes durante o dia.
 
“Ao longo desses cinco, meses percebemos que o projeto tem contribuído de forma significativa nas relações entre as crianças e adolescentes do Lar Padilha”, disseram André e Anelise. As meditações e encontros abordam temas como amizade, respeito, solidariedade, esperança e amor ao próximo. Os textos bíblicos enfatizam o grande amor de Deus em relação às pessoas e o grande exemplo que Jesus Cristo nos deixou. “A intenção é trabalhar a autoestima e o resgate das relações afetivas entre os moradores do lar”. Durante o dia, é exercitada a prática do aconselhamento pastoral em relação às crianças e adolescentes e também em relação aos educadores que trabalham no Lar Padilha.
 
 
Nesse semestre, foi trabalhado o Tema do Ano da IECLB, Ser, participar, testemunhar: Eu vivo comunidade, e o lema bíblico de Isaías 41.10: Eu sou o seu Deus. Eu lhes dou forças, ajudo e protejo com a minha forte mão. Os resultados foram positivos e a receptividade deles muito foi muito boa.
 
“Deixamos aqui um convite para as comunidades e grupos de trabalho do Sínodo Nordeste Gaúcho, para visitarem o Lar Padilha e conhecerem esse trabalho tão importante de nossa Igreja”, disseram ainda os dois estudantes. Os contatos podem ser feitos diretamente com a secretaria do Lar Padilha ou através dos emails pessoais de André e de Anelise.
 
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Neste ano, no dia 9 de junho passado, a Comunidade Evangélica Martim Lutero de Arroio Bonito (Paróquia de São José do Hortêncio) festejou a data de Ação de Graças fazendo uma visita ao Lar Padilha, no interior de Taquara (RS). Também participaram membros de outras duas comunidades da paróquia.  Ao meio-dia, foi realizada uma celebração, com as crianças e adolescentes, a Direção e os funcionários da casa. Após, todas e todos almoçaram em conjunto.  Os adolescentes do lar também fizeram uma apresentação de dança no pátio da instituição, mostrando sua criatividade. A apresentação agradou muito aos visitantes.
 
 
“Avaliamos como muito proveitosa a experiência e, como frisou o diretor do lar (Fernandes Vieira dos Santos), mais importante do que as doações materiais é o encontro, o compartilhar, o contato com a realidade, os abraços”, relatou o pastor Claudio Röhsig. De acordo com ele, ações como estas estão permitindo uma reflexão contínua na vida das pessoas que participam. “Foi o segundo ano em que a comunidade faz sua celebração numa instituição – ano passado estivemos no Pella-Bethânia, em Taquari. Agradecemos a todos que colaboraram, especialmente à direção do lar, à estudante Anelise Knuppe.”
 
 
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