Mais de 200 pessoas participaram do chá da Ordem Auxiliadora de Senhoras Evangélicas (OASE), no último dia 11 de setembro, na Comunidade Evangélica de Confissão Luterana em Portão. Os e as participantes que celebraram e se deliciaram conosco vieram de diversas comunidades de Paróquia e do Sínodo.
 
 
Além das senhoras e das famílias da Comunidade Evangélica em Portão, contamos com a presença de pessoas de outras denominações religiosas e membros de outras comunidades do Sínodo Nordeste Gaúcho, como Estância Velha, Scharlau, Novo Hamburgo, Dois Irmãos, Picada 48, Feliz, Conceição, Capela de Santana e Rincão do Cascalho.
 
 
Foram momentos de comunhão, alegria e descontração, onde pudemos conversar e trocar experiências significativas para nossas vidas e para o nosso crescimento como Sínodo Nordeste Gaúcho e IECLB.
 
 
Fonte: Elmo Kempf
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No dia 5 de agosto, a Comunidade Evangélica de Rincão dos Ilhéus realizou uma festa, com sorteio de uma rifa e de brindes. “Muitos membros colaboraram na compra de números. A promoção foi um sucesso”, contou a secretária do presbitério, Márcia Laux Blauth. “Agradecemos a todos e a todas que colaboraram, à Diretoria, que apoiou a iniciativa, e às crianças, que ajudaram no sorteio dos brindes”.
 
Resultado do sorteio da rifa:
·         1º prêmio R$1.000,00 – número 8090 - Egídio Fritsch, Pinhal Alto (na foto, a senhora Adelia Schenkel, que o representou).
·         2º prêmio: R$ 500,00 – número 7479 Dirceu Schefler, Estância Velha.
·         3º prêmio R$ 200,00 – número 0834- Silvia Fernandes.
·         4º prêmio – uma caixa de cerveja - número 5386 - Enio Kaveski, Novo Hamburgo.
·         5º prêmio – uma cesta surpresa – número 6470 – Cristina Blauth Dias, Estância Velha.
 
 
 
 
Fonte: Márcia Laux Blauth
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"Como um perfume que se espalha por todos os lugares, somos usados por Deus para que Cristo seja conhecido por todas as pessoas."
 

A Comunidade Evangélica Rincão dos Ilhéus, em Estância Velha, está muito motivada a construir igrejas em cada canto deste país – por isto o apoio à Campanha Vai e Vem.
 
“Tivemos no dia 18 de agosto nossa celebração na Semana de Missão, com a ‘troca de púlpito’", contou a representante do Conselho Sinodal da Coordenação da Terceira Idade, Norma Terezinha Schüller. Neste dia, o pastor Vanderlei Closs, de Ivoti, ministrou o culto na comunidade, juntamente com Pastor Edemar Zizemer. “Eles divulgaram e motivaram os e as presentes com o objetivo desta maravilhosa campanha.”
 
Fonte: Norma Terezinha Schüller
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No culto realizado na Comunidade Trindade em Rincão dos Ilhéus, Estância Velha, no dia 26 de agosto, a vice-presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, Gecy Klauk, falou aos presentes sobre o tema. O convite foi feito pela representante do Conselho Sinodal da Coordenação da Terceira Idade, Norma Terezinha Schüller, por ocasião da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência promovida pela IECLB, de 21 a 28 de agosto.
 
 
Gecy também integra a Associação dos Familiares e Amigos de Down, de Novo Hamburgo, que, assim como muitas outras, objetiva a inclusão irrestrita das pessoas com síndrome de Down.
 
“No dia 26, o plano de ofertas da IECLB era destinada ao trabalho junto a pessoas com deficiência”, lembrou Norma. “Assim, tomei a iniciativa e o resultado foi muito positivo.”
 
Veja, abaixo, o texto motivador para a oferta do dia 26:
 
“As ofertas de hoje destinam-se à manutenção e continuidade do trabalho da IECLB junto às pessoas com deficiência, que visa a proporcionar aos sínodos a oportunidade de realizar seminários, cursos, oficinas sobre o tema inclusão e deficiência. Além da formação, as ofertas auxiliam na elaboração de materiais, como o subsídio para a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência, que tem sido publicados e divulgados através de diversos formatos acessíveis.
 
Agradecemos a cada pessoa que coloca seu dom, seu tempo e sua oferta para a continuidade deste trabalho. Um mundo mais justo e inclusivo, onde as diferenças são respeitadas, é um mundo melhor para as pessoas com e sem deficiência, pois ali será possível viver em comunhão e solidariedade.”
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Nos dias 24, 25 e 26 de agosto foi realizado o 10º Reencontro de Casais da Paróquia Evangélica de Nova Petrópolis. Entre os participantes estavam três casais da Comunidade Evangélica de Carlos Barbosa, o que muito nos honrou. Foi um final de semana muito abençoado.
 
 
Fonte: Jornal A Ponte/Michaelsen Jornalismo Ltda
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O bacharel em teologia Fernando José Matias esteve em Nova Petrópolis no primeiro final de semana de setembro (dias 01 e 02), ministrando cultos. No sábado à noite, esteve na Comunidade Evangélica Martin Lutero de Fazenda Pirajá e no domingo pela manhã, na Comunidade Trindade de Nova Petrópolis.
 
 
Em ambos os cultos o enfoque da pregação foi a vocação. No culto da Comunidade Trindade ele realizou o batismo de duas crianças e uma oração memorial.
 
 Jornalista Ijoni Michaelsen
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O pastor Edimar Schwingel conta sobre a grande alegria com que os e as membros da Comunidade Evangélica Bairro Piá, Nova Petrópolis (RS), chegam à última etapa do seu templo: a aquisição dos sinos. “Desde o lançamento da pedra fundamental, em março de 1995, e sua inauguração em junho de 2002, a comunidade sonha ouvir o repicar  dos sinos no alto de sua torre”, disse o pastor.
 
 
Em agosto, foram adquiridos dois sinos, de 295 Kg e 170 Kg, que, junto com automação, foram instalados no último mês de agosto. Os mesmos serão dedicados à obra e à missão de Deus no culto que está sendo organizado para o dia 4 de novembro, às 10h. Logo após, haverá um almoço, seguido da tradicional festa da comunidade.
 
“Celebrai com júbilo ao SENHOR, todos os confins da terra; aclamai, regozijai-vos e cantai louvores.” Salmo 98.4
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“O que seria do Culto Luterano sem a música? O que seria da nossa vida sem a música? Os sons e silêncios nos rodeiam diariamente, com diversos timbres, acordes, intensidades. Nem sempre conseguimos aproveitar com prazer esses sons que ocupam nosso cotidiano, pois eles vêm de tantos lugares e se apresentam de forma tão desorganizada”, lembrou a catequista voluntária Monika Maier, que integra o grupo de Música e Liturgia, Monika Maier.
 
 
De acordo com ela, há momentos nos quais se pode escolher os sons que queremos ouvir.  “Silenciamos, colocamos o fone de ouvido, assistimos a algum concerto, escolhemos uma música para ouvir, cantamos junto, até dançamos. Porém, na maioria das vezes, estamos expostos ao que as outras pessoas outros escutam – os outros e as outras que ‘escolhem’ o que devemos escutar.”
 
A música no culto luterano ocupa um lugar muito especial. Através da música, Deus pode se comunicar conosco. Sentimos alegria, oramos, louvamos, choramos. “A música no culto quer ser uma parte muito importante da comunicação de Deus conosco. Por isso, ela não pode ser cantada ou tocada de qualquer forma. Permitir que Deus fale às pessoas através da música exige esforço, ensaio, aprendizagem, canto em conjunto, afinação, treino, percepção”, afirma Monika.
 
A atividade com corais, grupos de canto, grupos de louvor, bandas ou grupos de canto litúrgico necessita de constante preparo e incentivo. Musicistas e coralistas precisam estar afinados também com a liturgia. São chamados a refletir sobre seu papel no culto e diante da comunidade.
 
Justamente por isto, o Conselho de Liturgia e Música do Sínodo Nordeste Gaúcho reuniu-se dia 29 de agosto, com o objetivo de trabalhar em conjunto uma agenda de atividades com liturgia e música nas comunidades. Além disso, um festival luterano de música está sendo preparado para maio de 2013 em Carlos Barbosa e mais três seminários de música e liturgia estão sendo preparados para 2013 e 2014, abrangendo todas as partes do culto cristão.
 
O trabalho é prazeroso, mas árduo. Por isso, “o conselho quer animar as comunidades a organizarem e fortalecerem seus grupos de música, motivando jovens e crianças a participar”, convida a catequista.
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Já está circulando o caderno “Nem tão Doce Lar – uma vida sem violência, direito de mulheres e de homens”, organizado pela FLD e vinculado à exposição interativa que denuncia e busca superar a violência doméstica.
 
A exposição Nem tão Doce Lar resulta da releitura feita por grupos que atuam no campo da violência doméstica e de gênero, a partir de exposição criada pela antropóloga alemã Una Hombrecher, de Pão para o Mundo, em um processo liderado pela FLD. A publicação apresenta a metodologia sobre a intervenção, enquanto ferramenta mobilizadora de comunidades, instituições da sociedade civil e do poder público no enfrentamento e superação da violência doméstica.
 
 
A apresentação foi assinada pelo pastor presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Dr. Nestor Friedrich, e pelo presidente da Diretoria Executiva da FLD, Carlos Hopfer:
 
“Ao abrir as portas de uma casa, a Nem tão Doce Lar revela como um espaço – que deve ser de amor e cuidado – pode esconder sofrimento e dor. A mostra, portanto, busca ser um espaço de sensibilização para que as pessoas possam reconhecer as situações de violência por si e/ou pelos/as outros/ as vividas, para que tenham sua dor acolhida, para que se sintam fortalecidas a denunciar.
Por outro lado, a mostra busca sensibilizar o poder público local, as organizações da sociedade civil, as comunidades religiosas para que assumam em conjunto o enfrentamento e a superação da violência doméstica. Assim, em torno da mostra, são realizadas oficinas, seminários, mostras de vídeo e apresentações culturais. Deste espaço de conversações e encontros, redes locais são constituídas e/ou fortalecidas.
 
Esta publicação, realizada com o apoio da IECLB e da Federação Luterana Mundial (FLM), busca ser mais uma ferramenta para o aprofundamento do diálogo e da ação em busca da superação da violência. Os textos elaborados enfocam a violência doméstica a partir de diferentes perspectivas: mulheres, crianças, juventude, pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas com HIV-AIDS, exploração sexual, entre outras. Reúne mulheres e homens que caminham junto com a Nem tão doce Lar e que, ao contribuir com suas experiências e reflexões, convidam mais e mais pessoas ao diálogo, à participação e ao envolvimento.”
 
O caderno está disponível abaixo para download. Mais informações sobre a exposição e sobre a publicação, junto à FLD, pelo email .
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A Rede Ecpat Brasil, o Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes e o Coletivo Mulher Vida lançaram, no dia 31 de agosto, a "Campanha ANA” – Conectad@s por uma Copa sem Violência Sexual. A iniciativa, que busca envolver adolescentes brasileiros no combate à violência sexual no contexto de grandes eventos como a Copa do Mundo de Futebol, foi divulgada virtualmente por meio das redes sociais twitter e facebook.
 
 
A campanha tem como objetivo principal prevenir a violência sexual contra crianças e adolescentes durante a Copa das Confederações, que acontece em 2013, e a Copa do Mundo, que acontece em 2014, ambas no Brasil. A intenção é seguir com as atividades da campanha nas cidades-sede até o fim dos dois grandes eventos.
 
Outro intuito é fortalecer o protagonismo adolescente no enfrentamento à violência sexual, torná-los sujeitos ativos nesse processo e ouvir suas demandas enquanto parcela da sociedade vulnerável ao abuso e à exploração sexual. Redes, coletivos e organizações juvenis também serão fortalecidos e potencializados para que possam agir como disseminadores de informações para outros jovens.
"Existem no Brasil várias campanhas de combate à violência sexual de crianças e adolescentes, mas são poucas as que os envolvem diretamente. Na Campanha-ANA o diferencial é que se quer envolver, mobilizar e articular os adolescentes no debate a este tema”, esclareceu Lívia Rodrigues, assessora de Mobilização da Campanha.
 
Lívia assegurou que já no dia do lançamento houve grande adesão à iniciativa. Com o passar dos dias, a intenção é divulgar ainda mais para que a campanha chegue ao conhecimento de milhares de adolescentes de todo o Brasil. "Já no primeiro dia de campanha houve matérias em jornais e uma grande participação no twitter, com muitas pessoas retuitando a hashtag #ConheçaANA, lançada para divulgar a campanha”, disse.
 
As atividades da Campanha ANA serão basicamente realizadas por meio das redes sociais, de um blog e de um boletim informativo quinzenal. Lívia explica que o conteúdo destes boletins será mais aprofundado, apesar disso será mantida uma linguagem simplificada voltada aos adolescentes. Os interessados em recebê-lo podem deixar o e-mail no blog ou no facebook da Campanha. Serão realizados também dois chats com especialistas para que os adolescentes interajam e tirem suas dúvidas.
Outra ação que acontece no marco da Campanha é o seminário ‘Adolescentes e Jovens Conectados por uma Copa sem Violência Sexual – Campanha ANA’, marcado para 22 e 23 de outubro, no Centro de Convenções de Olinda, Pernambuco. O encontro terá abrangência nacional e contará com a participação de adolescentes e especialistas para debater participação juvenil no enfrentamento à violência sexual.
 
O nome da campanha, "Ana", batizará também uma personagem que estará inserida em todas as ações virtuais. Ela tem 12 anos, estuda em uma escola pública e mora no município de São Lourenço da Mata, onde está sendo construído o estádio onde acontecerão os jogos da Copa em Pernambuco. A adolescente não terá computador, mas passeará pelas redes sociais, pelo blog e pelos chats em uma lan house oferecendo informações, levantando questionamentos e dividindo conhecimentos com adolescentes de todo o Brasil.
 
Para conhecer mais a Campanha, acesse: http://anamovimento.blogspot.com.br/, Twitter:https://twitter.com/campanhaana e Facebook: Campanha Ana.
 
As cidades-sede da Copa do Mundo de Futebol são: Fortaleza (CE), Recife (PE), Natal (RN), Salvador (BA), Manaus (AM), Cuiabá (MT), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (RJ), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) e Porto Alegre (RS).
 
Fonte: Adital
 
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