“No dia 24 de março, celebramos o domingo de Ramos, onde cerca de 40 pessoas estiveram reunidas. Foi uma celebração muito especial, algumas pessoas da comunidade foram convidadas a trazerem até o altar alguns símbolos: garrafas de bebidas, pedaços de madeira, espinhos, fotos e recortes com cenas de violência, tijolos quebrados e lenços. Com isso, refletimos sobre o que presenciamos quando assistimos os telejornais e outras situações – as dores do nosso mundo.
 
 
Cada símbolo trazido ao altar tinha uma explicação: os recortes e figuras de jornais simbolizavam a violência, os tijolos quebrados simbolizaram as dores das pessoas que sofrem diante do desmoronamento de seus valores e de sua própria fé. Os recipientes de bebidas nos lembram as consequências dolorosas para as famílias, causando acidentes, mortes. Acrescentamos ainda pedaços de madeira, pois estes, nas mãos de alguém alcoolizado (ou não), podem se transformar em armas. Os lenços foram trazidos para representar a dor e as lágrimas diante de situações de doença e da perda de pessoas queridas.
 
 
Com todos estes elementos, refletimos que sobre o caminho que havia sido preparado para Jesus, no dia de sua ‘entrada triunfal’ em Jerusalém. Mas Ele não se deslumbrou com o que viu. Sabia o motivo de sua viagem até Jerusalém. Assim, refletimos sobre os muitos caminhos que podemos optar no decorrer de nossas vidas. Uns podem ser ilusórios, outros, simples e verdadeiros.  
 
Jesus percorreu um logo caminho, curou, amou, cuidou... A Páscoa nos traz a lembrança do amor do Criador pela sua criação, a ponto de entregar seu Filho em favor de todos/as nós! Que este Deus, que nos ama de maneira incondicional, que se revela na cruz e no sofrimento, na palavra e na ceia da comunhão, nos conceda discernimento para entendermos o significado da Páscoa em nossas vidas. Que este amor fortaleça ainda mais nossa fé e se reflita em nossa maneira de testemunhar, pensar e agir. Para que não caiamos em tentação, quando a nossa fé é abalada e nos sentimos vazios e desorientados e para que, mesmo nas situações de sofrimento e desespero, seguremos confiantes na mão de Deus. Confiemos, pois, que ‘eu sou o seu Deus. Eu lhes dou forças, ajudo e protejo com minha forte mão’ (Isaías 41.10). Que Deus nos ajude. Amém.
 
 
Nossas reflexões continuam, quando nos reunimos mais uma vez na Sexta-feira Santa – 29 de março às 20h. Quem estiver próximo a Veranópolis, venha até nossa comunidade! Todos e todas estão convidados/as para refletir e estar conosco. Abençoado Semana Santa!”
 
Pastora Paula Naegele
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Na ultima sexta-feira, dia 22 de março, representantes da Paróquia Evangélica de Confissão Luterana em Veranópolis, reuniram-se com o prefeito Carlos Alberto Spanhol. Estiveram presentes neste encontro a pastora Paula Naegele, o presidente da comunidade, Mario H. Bauermann e o tesoureiro Dario Trost, acompanhados do pastor sinodal Altemir Labes.
 
 
“Foi um encontro breve, porém muito agradável”, relatou a pastora Paula. “Tivemos a oportunidade de ‘apresentar oficialmente’ nossa igreja ao prefeito que, como a maioria dos munícipes ainda não conhece a nossa tradição luterana. Temos buscado dia após dia, espaços para divulgar nossas atividades.”
 
Na oportunidade, o grupo entregou o livro Histórias de Vida e Fé, a revista Sinodal e a agenda sinodal. “Mostramos que somos uma igreja atuante, não só em Veranópolis, mas em boa parte do Nordeste do Rio Grande do Sul. É apenas um pequeno ato, mas para nós, realmente é uma grande conquista”, afirmou a pastora Paula.
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A Fundação Luterana de Diaconia (FLD) apresentou no dia 21 de março, durante a realização da sua assembleia, em São Leopoldo (RS), a Rede de Comércio Justo e Solidário, iniciada em maio do ano passado. A proposta da rede é "juntar" grupos de geração de trabalho e renda em comunidades luteranas que, através da compra de produtos, estarão exercendo a solidariedade.
O pastor sinodal Altemir Labes e a presidente da Diretoria do Sínodo Nordeste Gaúcho, Maria Elisabeth Augustin Collet, participaram do evento como convidados especiais, uma vez que o sínodo é um grande incentivador do projeto. “Não estamos construindo uma parceria, mas estamos assumindo um compromisso, decorrente de outro compromisso, com a Diaconia”, afirmou.
A primeira grande feira da Rede de Comércio Justo e Solidário aconteceu no Dia da Igreja do Sínodo Nordeste Gaúcho, no dia 3 de junho de 2012. Além disso, o sínodo assumiu a divulgação da proposta e também destinou a oferta sinodal do dia 11 de novembro para apoiar a iniciativa e contratou a Cooperbom, um dos grupos ligados à alimentação, para preparar e servir o coquetel de Advento no sínodo.
 
 
“Se deu certo com o nosso, por que não daria nos outros 17 sínodos? A partir dessa experiência estamos trabalhando a solidariedade, criando essa discussão para conscientizar sobre a importância do apoio das comunidades, paróquias e sínodos luteranos aos empreendimentos de Economia Solidário,”  motivou Labes.
Durante a apresentação, a assessora de Comunicação da FLD, Susanne Buchweitz, apresentou as três ferramentas de divulgação da rede: o folder que já está disponível, um catálogo em formato de site de internet que vai identificar os produtos e contatar os grupos e, por último, um vídeo o qual poderá ser utilizado em escolas, dentre outros lugares, para incentivar o debate. “Essas ferramentas deverão nos ajudar a propagar a ideia do comércio justo, igualitário, onde há uma distribuição dos lucros e os empreendimentos são inclusivos,” disse.
 
 
Mostra
 
A Cooperbom trouxe os quitutes para a degustação ao anoitecer do primeiro dia de assembleia: sucos de butiá e açaí, docinho de abóbora com coco e mousse de araçá vermelho e jaboticaba, dentre outras delícias. Conforme as integrantes Isabel Cunha e Dalva Bactista, mais de 20 sócias/os trabalham para atender aos pedidos.
Tecendo Memórias: Preservação cultural do wandschoner é o projeto de Ivoti, que trouxe os bordados em camisetas, mas principalmente, em panos ou protetores de parede. Conforme Valesca Kreutz, vice-presidente do grupo, o projeto está reavivando a tradição dos antepassados alemães e tem tido boa aceitação. “Os motivos variam, mas as frases são sempre instrutivas, de amor, de alegria, de bem-estar e, florais, se for para enfeitar o quarto ou a sala. Se for para a cozinha, o motivo do wandschoner pode incluir frutas,” disse. Ao menos nove bordadeiras, reunidas há oito anos, divulgam e vendem seus produtos em feiras coloniais.
A pequena mostra dos produtos da rede contou também com a presença da Justa Trama, formada por sete empreendimentos solidários e 600 trabalhadores no ramo do vestuário com algodão orgânico; Conselho de Missão entre Indígenas (COMIN); Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor (CAPA); Movimento Nacional dos Catadores de Resíduos Recicláveis (MNCR); Mãos do Sul, artesãs atuantes em Porto Alegre e São Leopoldo.
 
 
Lançamento
 
O lançamento oficial da rede está previsto para acontecer neste primeiro semestre. O secretário-executivo da FLD, Carlos Bock, pediu que os participantes divulgassem a rede em seus sínodos, de modo a despertar o surgimento de iniciativas em parceria. Ele destacou a experiência do Grupo AGIR, que realizou no último domingo (17/03), a primeira feira de produtos orgânicos da Paróquia Matriz em Porto Alegre, em parceria com a Ecovale, o Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor (CAPA) e a FLD.
Um dos integrantes, Rodolfo Fuchs, contou que a ideia resultou de uma visita que o Grupo fez a Santa Cruz do Sul/RS e Venâncio Aires/RS, quando pôde conhecer o trabalho desenvolvido pela Ecovale. “A feira ocorreu durante a celebração do culto dominical e teve boa repercussão. Os produtos oferecidos, como geleias, compotas, sucos, etc., todos livres de agrotóxicos, se esgotaram em pouco tempo demonstrando o interesse dos membros da Comunidade da Paróquia Matriz pela prática de um comércio justo, que valorize o pequeno produtor e promova práticas agrícolas e comerciais sustentáveis,” disse.
Fuchs adiantou que a feira de produtos orgânicos da Paróquia Matriz em Porto Alegre vai se repetir em 21 de abril e, ainda, há o interesse de implantar um sistema de compras coletivas desses produtos. “Todos estão convidados para conhecer o trabalho desenvolvido, auxiliando no seu constante aprimoramento e expansão,” concluiu Fuchs.
 
Texto e foto: Fundação Luterana de Diaconia/FLD            
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“Era forasteiro e me hospedaste” foi o tema trabalhado no Culto do Dia Mundial de Oração, no dia 3 de março, na Comunidade Luterana em Rincão dos Ilhéus, Estância Velha (RS). A celebração foi preparada e realizada pelas senhoras da OASE e o pastor Zizemer. Na abertura, realizou-se um momento de benção e envio das crianças para o culto infantil.
 
 
 
As mulheres da OASE vestiram xales em diversas cores, representando a diversidade existente no Brasil. A mensagem é que as pessoas devem amar o seu próximo, incluindo pessoas que não são originárias do país. Dentro deste contexto, foi feita a dinâmica das fitas, em diversas cores. Cada pessoa amarrou a sua fita com o/a seu/sua vizinho/a na direita e na esquerda, compartilhando o sentimento de ser “estrangeiro” e o sentimento de acolhida.
 
 
 
Um total de 96 pessoas esteve presente, incluindo o grupo de culto infantil.
 
Márcia Laux Blauth, secretária da OASE Rincão dos Ilhéus.      
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Marcando o Dia Internacional da Mulher, 8 de março, a Nem tão Doce Lar está sendo divulgada no site da Aliança ACT (http://www.actalliance.org), ganhando visibilidade internacional.
 
 
Conte de um 24 - um, dois, três... Neste curtíssimo espaço de tempo, 24 segundos, uma mulher é agredida no Brasil por seu companheiro ou ex-companheiro. A farmacêutica bioquímica Maria da Penha já integrou estes índices. Em 1983, sofreu duas tentativas de homicídio por parte do marido, o professor Marco Antonio Heredia, que a condenaram a passar o resto da vida em uma cadeira de rodas, além de deixarem outras sequelas. Ela tinha 38 anos.
 
Com o apoio de organizações internacionais, o caso de Maria da Penha chegou à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos, da Organização dos Estados Americanos (OEA). e foi considerado, pela primeira vez na história, um crime de violência doméstica. O Estado brasileiro foi responsabilizado pela demora no processo de condenação, e instado a tomar medidas para prevenir a violência doméstica - um delito que até então dificilmente se punia com prisão.
 
Isso levou à aprovação em 2006 da Lei Maria da Penha, que possibilita punições mais duras para os agressores. Sancionada em 7 de agosto de 2006, a lei é reconhecida pelas Nações Unidas como uma das três melhores legislações no mundo no enfrentamento da violência contra as mulheres.
 
Nem tão Doce Lar
“Quando vi o facão exposto em cima da cama, lembrei das vezes em que o meu marido passava suavemente um facão no meu braço, ameaçando que se eu fugisse dele, ele me acharia e o toque não seria suave, mas derramaria meu sangue”.
Este é um de muitos relatos ouvidos durante a exposição interativa Nem tão Doce Lar, da Fundação Luterana de Diaconia (FLD), que propõe a discussão sobre a violência doméstica e sua superação. A iniciativa nasceu a partir de uma exposição internacional chamada Rua das Rosas, criada pela antropóloga alemã Una Hombrecher, com o apoio da agência Pão para o Mundo (PPM).
Uma primeira exposição foi promovida Porto Alegre RS/Brasil em 2006, durante a 9ª Assembleia do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), sob a coordenação da FLD, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e de um conjunto organizações da sociedade civil.
Já com enfoque brasileiro – o nome Nem Tão Doce Lar faz alusão à citação Lar doce Lar, muito comum em casas brasileiras – a proposta vem crescendo e ganhando interesse. Somente em 2012, a exposição foi recriada em nove cidades, envolvendo 11 organizações, perfazendo 40 dias de exposição, com 1.800 visitantes.
 
Como funciona?
A mostra reproduz o ambiente de uma casa onde, apesar da ordem aparente, é possível identificar sinais e provas de violência. Junto a facas, panelas, vassouras, livros, cintos etc – utilizados para constranger, machucar e até matar – são expostos cartazes com informações e imagens que denunciam a violência sofrida por mulheres, mas também crianças e jovens e pessoas idosas. A casa pode ser recriada em qualquer espaço e pode servir de ponto de encontro para a realização de oficinas, mostras de vídeos e apresentações teatrais, sempre relacionados ao tema.
 
“A Nem tão Doce Lar tira a violência doméstica do ambiente privado e a escancara. Ela fala com o público em geral, e não somente com quem atua na área. Este é o seu grande diferencial”, avaliou a assessora de projetos da FLD, Marilu Nörnberg Menezes, responsável pela Nem tão Doce Lar.
 
A FLD oferece a ideia e a medotologia, e grupos interessados se responsabilizam por montar e promover a mostra. “Atendemos grupos da sociedade civil, órgãos públicos, comunidades religiosas, universidades, em muitos lugares do Brasil, que querem promover a Nem tão Doce Lar. Orientamos todo o processo e monitoramos o desenvolvimento e o desdobramento das atividades.” Uma vez que o tema é extremamente difícil, a FLD promove oficinas de capacitação para os/as acolhedores e acolhedoras que recebem os/as visitantes da casa. “Eles/as precisam estar preparados/as para responder perguntas e para atender situações de emoção, revelações e desabafos”, lembrou a assessora da FLD.
 
A Nem tão Doce Lar segue ampliando sua atuação. Em 2013, a FLD vai promover um curso de multiplicadoras/es da metodologia, que será oferecido inicialmente para membros dos 18 sínodos da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB). O objetivo é capacitar pessoas, em todo o Brasil, para que possam em nome da FLD montar a exposição e acompanhar todo o processo. "Queremos ampliar o potencial de replicabilidade da Nem tão Doce Lar", disse Menezes. O material está sendo traduzido para inglês, para que a mostra possa ser realizada em outros contextos. "Estamos buscando parceiros que queiram apoiar a ida da exposição para países da África - nosso sonho é uma parceria sul-sul."
 
Saiba mais sobre a exposição interativa Nem tão Doce Lar em http://www.fld.com.br
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A Diretoria do Conselho Sinodal realizou um retiro em Gramado (RS), no final de semana de 23 e 24 de fevereiro. Na oportunidade, juntamente com o pastor sinodal Altemir Labes e a vice-pastora sinodal Tânia Cristina Weimer, o grupo avaliou sua caminhada e discutiu sobre perspectivas futuras.
 
 
No sábado à tarde, a psicóloga e terapeuta familiar Roseli Künrich de Oliveira apresentou o tema Cuidando de quem se cuida e, na continuidade, assessorou a discussão. Já no domingo pela manhã, a diretoria definiu uma série de encaminhamentos para este ano.
A celebração final foi feita pela vice-pastora sinodal. Na avaliação de todos e de todas, os trabalhos foram extremamente positivos, junto com a possibilidade de confraternização.
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A Fundação Luterana de Diaconia (FLD) está recebendo projetos na área de Economia Solidária, na área de Soberania e Segurança Alimentar aliadas à Conservação dos Biomas Mata Atlântica e Pampa. O edital 03/2013 - Seleção de projetos diaconaisé específico para a área de Diaconia.
 
 
O prazo final para o encaminhamento de projetos é dia 17 de março e a divulgação dos projetos selecionados será no dia 31 de maio, no site da FLD, após a reunião da Comissão de Avaliação de Projetos.

O repasse de recursos financeiros se dará a partir de junho deste ano, para o início da execução dos projetos.

Algumas informações:
 
Edital FLD 01/2013 - Seleção de projetos de Economia Solidária
1. Objetivo - Selecionar projetos de economia solidária e justiça econômica, na região Norte, que promovam o fortalecimento e a qualificação dos grupos e empreendimentos de economia solidária, principalmente nas áreas de qualificação da produção, autogestão e gestão democrática e preparação para e aperfeiçoamento da comercialização solidária. Serão priorizados projetos de redes compostas por grupos e empreendimentos de economia solidária.
2. Público alvo - Grupos de economia solidária, urbanos e rurais, com ênfase no público de mulheres, jovens, catadores de materiais recicláveis, agricultores familiares e populações tradicionais.
3. Organizações elegíveis - Organizações e/ou grupos da sociedade civil. Não serão considerados projetos oriundos de pessoas físicas, de instituições que tenham finalidade lucrativa (seja como requerentes ou como executoras), de órgãos governamentais, de universidades ou de autarquias do poder público.

Edital FLD 02/2013 - Seleção de projetos de Soberania e Segurança Alimentar aliadas à Conservação dos Biomas Mata Atlântica e Pampa
1. Objetivo - Selecionar projetos de soberania e segurança alimentar e nutricional que promovam a valorização e uso de alimentos locais através da promoção ou fortalecimento de sistemas de cultivo, beneficiamento e abastecimento que sejam compatíveis com a conservação dos biomas Mata Atlântica e Pampa.
O bioma Mata Atlântica está presente em diferentes proporções nos territórios dos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul. O bioma Pampa é restrito ao estado do Rio Grande do Sul.
2. Público alvo - Agricultores familiares, populações tradicionais e grupos urbanos.
3. Organizações elegíveis - Os projetos devem ser elaborados por organizações da sociedade civil. Não serão considerados projetos oriundos de pessoas físicas, de instituições que tenham finalidade lucrativa (seja como requerentes ou como executoras), de órgãos governamentais, de universidades ou de autarquias do poder público.
 
Edital FLD 03/2013 - Seleção de projetos diaconais
1. Objetivo - Selecionar projetos diaconais de promoção e defesa dos direitos humanos em contextos de violação de direitos e de violência.
2. Público alvo - Público amplo.
3. Organizações elegíveis - Instituições, associações, comunidades, grupos com vínculo confessional com a IECLB – Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
 
Informações detalhadas sobre cada edital e o formulário de encaminhamento de projetos encontram-se disponíveis abaixo, para download.
 
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Convidado pela Comissão de Fé e Ordem do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) para preparar os subsídios da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (Souc) de 2015, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs no Brasil (Conic) sediou, nos dias 1 e 2 de fevereiro, uma reunião com parceiros ecumênicos para dar início aos trabalhos de preparação. O principal objetivo deste primeiro encontro foi iniciar a reflexão do tema a ser proposto.
 
 
Estiveram presentes na atividade a secretária geral do Conic, pastora Romi Márcia Bencke; o secretário regional do Conselho Latino-Americano de Igrejas (Clai Brasil), Darli Alves de Souza; o biblista e assessor do Centro de Estudos Bíblicos (Cebi), Edmilson Schinelo, além do assessor do Centro Ecumênico de Capacitação e Assessoria (Ceca), Claudio Giovani Becker.
 
Foi enviada ao CMI uma proposta de tema para Socu 2015, qual seja: Deus nos sonhou plurais: pela afirmação das diversidades e superação das intolerâncias. “Entende-se que o tema da superação dos diversos tipos de intolerância deve ser tratado de forma positiva, insistindo-se na pluralidade como algo sonhado por Deus e no diálogo como caminho permanente, como opção de vida”, afirmou Schinelo.
 
Para a realidade brasileira, o tema é bem importante, uma vez que crescem manifestações de fundamentalismo e intolerância, realidades que ajudam a aumentar índices de violência, especialmente contra as minorias. Em nível mundial o tema também é pertinente, pois interesses comerciais que muitas vezes provocam guerras acabam sendo justificados a partir de intolerâncias religiosas. Nesse sentido, igrejas cristãs daqui e de todo o mundo precisam assumir esse tipo de reflexão.
 
De acordo com Becker, o mote da Souc 2015 “não deve ser o da intolerância, mas de maneira propositiva, buscar o caminho do diálogo. Neste sentido, nossa proposta metodológica estará centrada no tripé: anúncio, denúncia e testemunho”, explicou.
 
“Para o Conic, é uma honra poder coordenar este processo. A partir de agora, nosso desejo é que esta oportunidade reforce ainda mais o testemunho ecumênico não só das igrejas brasileiras, mas de todos aqueles que, assim como nós, acreditam num mundo mais justo, fraterno e plural”, concluiu a pastora Romi.
 
Fonte: Conic 
 
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A Rede de Adolescentes e Jovens Comunicadores (Renajoc), que tem o apoio do UNICEF no Brasil, foi uma das vencedoras da edição 2012 do Prêmio Internacional da Fundação Alexander Bodini, de San Marino. O anúncio foi feito em Nova Iorque, no dia 4 de fevereiro, pelo representante permanente da República de San Marino na ONU, Daniele Bodini.
 
 
“O reconhecimento internacional da Renajoc ajuda a chamar a atenção para a importância da participação de adolescentes na democratização dos meios de comunicação”, afirmou o coordenador do programa Cidadania dos Adolescentes da UNICEF no Brasil, Mário Volpi.
 
Jovens da Renajoc fizeram a cobertura colaborativa do Seminário Justiça Socioambiental e Mudanças Climáticas: Desafios e Compromissos (de 20 a 22, em São Leopoldo/RS). O seminário foi promovido pela Fundação Luterana de Diaconia (FLD) e pelo Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor (CAPA), com a parceria da IECLB, entre outras organizações.
O prêmio internacional foi criado em 2006 para apoiar iniciativas lideradas por adolescentes e jovens que promovem o debate e a realização dos seus direitos e contribuem para a participação significativa de crianças, adolescentes e jovens em temas que afetam o seu bem-estar.
 
A Rede de Jovens Jornalistas (Young Reporters Network) da Tanzânia também foi reconhecida com o mesmo prêmio.
 
A edição de 2012 destinou US$ 30.000 para cada organização de adolescentes e jovens. Os vencedores deverão desenvolver uma apresentação audiovisual breve para documentar a implementação das atividades mencionadas na proposta.
Prêmio Fundação Alexander Bodini
O prêmio reconhece a contribuição positiva e dedicação de meninos e meninas à promoção dos direitos da infância e adolescência. O objetivo do prêmio é promover organizações lideradas por crianças, adolescentes e jovens como um modelo para outras crianças, adolescentes e jovens em todo o mundo.
 
A UNICEF apoia esse prêmio como uma expressão do compromisso com o direito das crianças e dos adolescentes a participar em assuntos que os afetem e como reconhecimento da contribuição positiva das crianças, dos adolescentes e dos jovens como agentes de mudança social.
Renajoc
A Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores (Renajoc) foi criada em abril de 2008 no I Encontro de Adolescentes e Jovens Comunicadores, que antecedeu a 1ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude. O encontro foi promovido pela ONG Viração Educomunicação, com o apoio do UNICEF. A Rede começou contribuindo com a Cobertura Jovem que ocorreu durante o evento e, na sequência, criou um Grupo de Trabalho chamado “Mobiliza Rede” para dar continuidade às ações da Rede.
 
Desde então, a Renajoc participa de ações que buscam unir adolescentes e jovens do Brasil para chamar a atenção para o Direito Humano à Comunicação, fazendo coberturas colaborativas de eventos relevantes para os adolescentes e jovens e integrando debates nacionais sobre adolescência, juventude e comunicação. Foi por isso que a Renajoc criou o “DIA C” – Dia Nacional da Juventude Comunicativa, comemorado em 17 de outubro juntamente com o Dia da Democratização da Comunicação.
Em 2012, a Renajoc passou a compor o Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), no qual integra as ações relacionadas às temáticas de juventude e comunicação.
Fonte: http://www.agenciajovem.org/wp/?p=13930
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A Olimpíada Sinodal da Juventude, realizada nos dias 16 e 17 de fevereiro, em Ivoti (RS), foi um sucesso: cerca de 300 jovens, de diversas JEs, movimentaram os espaços do Instituto de Educação Ivoti (IEI) e da comunidade local. “Atingimos o nosso objetivo principal, que foi o de integrar e confraternizar, de uma forma positiva e saudável”, afirmou o coordenador sinodal da Juventude, Carlos Ismael Hoch. “Os/as integrantes do conselho que aceitaram o desafio fizeram um belo trabalho”.
 
 
“Foi um bonito evento”, comemorou o pastor sinodal Altemir Labes. “O objetivo maior foi a integração, fazer novos/as amigos/as, e isto foi alcançado. Também deixamos a mensagem para que os grupos de JE se aproximem, se visitem, troquem mais entre si.”
 
“Precisamos agradecer muita gente”, lembrou Ismael. “Ao pastor sinodal Altemir Labes, aos pastores da Coordenação Pastoral, pastor Cleber e pastor Gustavo, à equipe do Lar Padilha, ao Instituto de Educação Ivoti e a todas as pessoas que apoiaram e contribuíram para que a Olimpíada Sinodal tivesse êxito. à equipe do Lar Padilha, ao Instituto de Educação Ivoti e a todas as pessoas que apoiaram e contribuíram para que a Olimpíada Sinodal tivesse êxito.” 
 
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